Polícia Militar da Bahia

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Histórico

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Histórico


Pavilhão principal

Até 1935, havia a Companhia Escolar, que se encarregava apenas da formação dos recrutas e da execução dos concursos, mas não era uma organização capaz de atender aos interesses reais da Corporação, porque não possuía condições de promover a formação dos quadros, pois não havia sido estruturada para isso.
Necessitava-se de um estabelecimento de ensino capaz de promover, com regularidade, os cursos de formação, não só de cabos e sargentos, mas também, para que estes pudessem ter melhor desempenho nos comandos, na instrução e na administração da Corporação.

O primeiro passo nesse sentido deu-se em 1935, no Comando Geral do Cel Liberado de Carvalho, um dos grandes batalhadores pela instrução na Polícia Militar – com a criação de Centro de Instrução, publicada no Boletim nº 162, de 18 de julho, sob a seguinte nota:
“IX – CENTRO DE INSTRUÇÃO – Fica criado, em caráter promissório, (até que seja em definitivo), no Quartel de S. Lázaro, um Centro de Instrução sob a direção do Sr. Major Arlindo Gomes Vicente Ferreira, que terá como auxiliares, os seguintes Oficiais: Capitão Aníbal Vicente Ferreira, 1º Tenente Mário Diniz Guerra e os Aspirantes a Oficial José Salustiano de Oliveira e Pedro Alves de Andrade”.

Essa criação foi ratificada pelo Governo do Estado, por decreto nº 9.731, de 19 de agosto de 1935, da maneira que se segue:

“Art. 3º - Além das unidades previstas pelo art. 1º funcionará, diretamente subordinado ao Comando da Polícia Militar (um Centro de Instrução Militar C.I.M.), constituído com pessoal dos quadros das Unidades e destinado á instrução da tropa e manutenção de escolas formadoras de Oficiais e graduados, combatentes e de administração”.

“Art. 4º - A partir de 1º de janeiro de 1936, nenhuma promoção se fará ao posto de Aspirante bem como não se farão graduações de 3º e Cabos d’esquadra, sem que os candidatos possuam os cursos das respectivas Escolas”.

Art. 5º - Só o posto de Aspirante dará direito a promoção ao de 2º Tenente dos quadros de combatentes e de administração, obedecidas as exigências legais”.


Aula de Defesa Pessoal

Desta forma, a Polícia Militar passou a dispor, a partir dessa data, de um órgão capaz de promover a formação de seus quadros. Sendo criado aí a Escola de Formação de Oficiais.
A escola de oficiais destinava-se à formação e ao aperfeiçoamento dos oficiais e constava dos cursos de : Aperfeiçoamento de Oficiais (CAO), Formação de Oficiais Combatentes (CFOC) e formação de oficiais da Administração (CFOA).
Em 1940 o Centro de Instrução Militar (CIM) passou a denominar-se Centro de Instrução Técnico Profissional (CITP).O CITP passou a ter uma Escola de Candidato a Oficial, uma Escola de Graduados e uma Escola de Especialistas.
Escola de candidatos a oficial teria os cursos de: Formação de Oficiais Combatentes (CFOC), Formação de Oficiais de Administração (CFOA) e preparação de Alunos (CPA). Ficou supresso o Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais e foi criado, como se vê, um curso que prepararia alunos para os cursos de formação de oficiais.

Laboratório de Informática
 
Em 1948, o Decreto nº 14.093, de 1º de setembro, modifica o nome do CITP para o Centro de Instrução da Polícia Militar (CIPM), porém a Escola de Candidatos a Oficial (ECO) permaneceu com a mesma denominação.Em 1953, através Decreto nº 15.398, de 28 de fevereiro, o novo Regulamento do CIPM foi aprovado, quando a denominação de Escolas de Oficiais (EFO).
Em 1972, por Decreto nº 22.902, de 15 de maio, a Escola de Formação de Oficiais passa a ser denominada de Academia da Polícia Militar (APM), de acordo com o parágrafo 5º, nº, do artigo 12 do decreto nº 20.508, de 19 de dezembro de 1987, que aprova o Regulamento Geral de Polícia Militar.




Última atualização em Qua, 27 de Julho de 2011 11:47  

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